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Lenda de Gladenbach

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Os alunos do 2.º Ano de Escolaridade, do professor Arnaldo, integrados no Projecto Comenius, trocam correspondência com a Alemanha.

Leram a Lenda de Gladenbach. Ilustraram-na e dão-nos a conhecê-la.





Era uma vez uma cidade chamada Gladenbach. Nessa cidade morava uma jovem chamada Loreley. Tinha uns longos cabelos loiros e quando os penteava começava a cantar lindas músicas. Dizia o povo que os capitães que ouviam estas melodias ficavam tão hipnotizados por ela que os seus barcos iam contra os rochedos que existiam nas margens do Rio Reno.
Muitos eram os pedidos de casamento que Loreley, no entanto ela recusava-os. Até que um dia…
Apareceu-lhe um lindo cavaleiro que logo a pediu em casamento.
Loreley, no dia do seu casamento, esperou pelo seu amado só que ele nunca mais voltou.
Com o passar do tempo, Loreley, foi ficando cada vez mais triste e o seu aspecto foi-se tornando cada vez mais descuidado.
A população começou a acusá-la de bruxa tendo por isso chamado o bispo da região.
Depois de Loreley ter contado a sua história, o Bispo teve pena dela e enviou-a para um convento.
A caminho do convento Loreley pediu às freiras que a deixassem ir ao cimo do penhasco pois parecia-lhe ter visto o barco do seu amado. Aproximou-se da beira e gritou pelo nome do amado. Ao fazê-lo, desequilibrou-se e caiu ao Rio Reno. Conta a lenda que ainda hoje, ao passar pelo Rio Reno, se ouvem as melodias que Loreley cantava.

Trabalho de grupo constituído por: Jéssica, Elisabete, Márcia, Divan do 2.º Ano da turma do professor Arnaldo

A Carochinha e o João Ratão

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Uma manhã com o escritor Heitor Lourenço

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O escritor Heitor Lourenço descobriu o Blog, da nossa escola, através de uma entrevista com jornalistas. Pediu à Vanda, que trabalha na Plátano Editora, para contactar a professora Fernanda e perguntar-lhe se a Escola estaria interessada a que ele viesse fazer-nos uma visita.

A professora Fernanda aceitou e combinou com o escritor essa visita para o dia 4 de Dezembro, porque nessa semana decorria também a Feira do Livro na Biblioteca Escolar.

Foi com grande ansiedade que esperámos por esse dia, para estar perto do escritor, que também é uma personagem da REBELDE WAY e, por isso, também podia contar-nos qualquer coisa sobre o que vai acontecer durante a novela da SIC.

O grande dia chegou e tal como tinha sido combinado para o dia 4 de Dezembro, das 11h às 12 h, estivemos na companhia do escritor Heitor Lourenço, no ginásio da escola.

Enquanto estivemos com o escritor aproveitámos para lhe fazer uma entrevista.

Heitor Lourenço ainda nos contou a história mais conhecida, por nós, do seu livro: “O pincel mágico”.

Ficámos ainda a saber que o escritor quando escreveu o livro: “Histórias da dona Esperança”, fê-lo a pensar nos seus sobrinhos.

Ao lermos as suas histórias, reparámos que o escritor falava muito da dona Esperança.

Uns meninos diziam que ela era uma personagem, outros que era um sentimento e outros diziam que era a esperança das pessoas pela vida. A professora também nunca nos disse, ao certo, quem era a dona Esperança mas disse-nos para imaginarmos quem poderia ser e aproveitarmos a presença do autor para lhe perguntar.

O escritor confirmou a opinião de alguns meninos, a dona Esperança não era nenhuma personagem, mas sim um sentimento, o sentimento de ter esperança, de ter uma vida melhor.

Antes de se ir embora, deu autógrafos aos meninos.

Gostámos de conhecer o Heitor Lourenço.

Diogo – Turma da professora Sara


A Fada Tatiana e o Outono

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Era uma vez um casal de irmãos que estavam a brincar num pátio, ao pé de uma casa muito velha, com os vidros rachados e as portas partidas.
A certa altura, o menino disse assim:
– Olha mana! Vamos lá dentro?
– Não! – Disse ela. Ela era muito medrosa e dizia-se que viviam nessa casa, fantasmas, por isso ela ficou com medo.
O menino não desistiu e não desistiu de a convencer até ela dizer que sim e lá foram eles. Quando entraram viram uma senhora, a lavar o chão. Perguntaram quem ela era:
– Sou a Fada Tatiana, a Fada do Tempo. – Respondeu ela. – Fiz umas tostas com marmelada para vocês.
– Como sabias que nós vínhamos?! – Perguntaram espantados.
– Eu sou uma Fada, então, com a minha varinha mágica sei quem vem e quem não vem.
Aí os meninos, comeram e ainda repetiram as tostas com marmelada, quando viram três potes e perguntaram que potes eram aqueles. A Fada então respondeu, que aqueles potes eram os potes que ajudavam todos os meninos a gostarem do Outono, disse também que um pote tinha o vento, outro a chuva e outro o Sol.
Os meninos ficaram muito admirados com o que tinham acabado de ver, a Fada Tatiana, pediu-lhes segredo e eles juraram que não diriam a ninguém.
Como já estava a ficar tarde, os meninos despediram-se da Fada Tatiana e voltaram a casa.
Desde então, os dois irmãos sempre que o Outono chega, brincam mais felizes na rua quando o Sol brilha, já não têm medo quando o vento sopra nem ficam tristes quando a chuva cai, pois nunca mais se esqueceram da Fada Tatiana e dos potes do Outono.

Ana Beatriz 4º 1ª

O manto de peles

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A princesa não queria casar com o Rei. Ele era muito velho e maluco.
Fugiu para longe, vestida com o manto de peles.




Foi maltratada por crianças que lhe atiraram pedras.
Teve a sorte de aparecer um príncipe que a levou para trabalhar na cozinha do palácio.



O príncipe era muito meigo e carinhoso. Apaixonou-se por ela, mesmo sendo tão feia.




A princesa não quer casar. Estava doente, prisioneira do passado...




Com o passar do tempo ela começa a gostar do príncipe.
Casam-se apaixonados!




Teresa Ramos

O Lobo e a Raposa

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Eu vi um filme que os animais falavam como os humanos. Pesquisei no dicionário e vi o que era uma fábula.


Fábula – narrativa curta e imaginária, com objectivo moral e pedagógico, geralmente protagonizada por animais ou seres inanimados.

Eles diziam que o Lobo era o mais forte de todos os animais da selva, a Raposa que era a mais esperta.

Quando a Raposa queria comer, ia a casa dos humanos, tornava-se manhosa, tirava a comida e punha a culpa nos animais domésticos.

Um dia o Lobo convidou a Raposa para ser a sua seguidora. Fazia-a trabalhar de manhã até à noite à procura de comida.

A Raposa fartou-se. Preparou-lhe uma armadilha. O Lobo caiu na esperteza preparada pela Raposa. Morreu. A Raposa ficou radiante por se ter livrado da maldade do Lobo.


Rolanda 3.º 1ª da Turma da professora Sandra

O Pincel Mágico

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A Inês desenhou e o Helder escreveu. Trabalho de equipa que resultou!


"Era uma vez uma aldeia muito pobre onde havia um imperador que era muito mau e havia um menino que se chamava Li e que era um grande pintor. Todas as pessoas trabalhavam para o imperador menos o Li que ficava a pintar. O rei era tão mau que tirava as coisas dos camponeses e eles tinham que acordar ao nascer do sol e trabalhavam até a lua aparecer no céu. Certo dia o Li decidiu ir ao cimo da montanha. De manhã ele acordou, pegou na comida e foi. A meio do caminho ouviu um choro e encontrou um tigre bebé, que tinha uma parte na água do rio e outra em terra. quando o Li o tirou da água, a mãe dele rugiu. Então o Li fugiu sem ver para onde ia. Correu até que encontrou uma casa, entrou e viu um velho que lhe disse que tinha uma surpresa para ele e deu-lhe uma caixa que tinha lá dentro um pincel, mil yintas e papel. O velho sábio disse que quando ele desenhasse, o desenho se transformava em realidade. Um dia isso foi parar aos ouvidos do rei, que disse que o queria para ele desenhar ouro e coisas preciosas, mas o Li disse que não. O imperador tirou-lhe o quadro que o Li estava a pintar e começou ele a desenhar. Quando acabou, do desenho sairam cobras. Ele voltou a desenhar e desta vez sairam ratos. E o rei percebeu que só o Li conseguia e, como ele nmão queria, mandou-o para as masmorras. Passaram, um mês, dois meses, três meses e o rei achou muito estranho. Desceu as escadas e espreitou à janela da masmorra. Viu uma cama, uma grande janela, etc. O rei subiu as escadas e chamou os guardas para irem buscar o Li. quando o rapaz chegou à presença do rei, ele mandou-o desenhar árvores de ouro e um novo reino e o Li começou a desenhar o mar. O rei perguntou o que estava ele a fazer.
-O mar - respondeu o Li.
-Para quê? - perguntou o rei.
- Porque o que pediste é muito grande e fica muito distante. Vais ter de ir de barco.
- Então desenha o barco!
E o Li desenhou um barco à vela. Logo o imperador se meteu lá dentro e começou a navegar. Mas, como era tão ambicioso, queria ir mais depressa... E o Li desenhou um furacão. O rei e os seus companheiros desapareceram e nunca mais ninguém ouviu falar deles.


Helder - 4.º Ano de Escolaridade da turma da professora Luísa Calvário

De que cor é o mar? - Sala B

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Os nossos pequeninos artistas, viram assim a história que os encantou:

A Andreia pintou assim:



A Cristiana, viu o peixinho desta forma:




A Elisabete...




Mas o Gil...




A Marta também aceitou a proposta e...




O Pedro Miguel ficou criativo,


O Raul, um artista




Mas o Tiago coloriu com gosto.

Parabéns à sala B!

A criatividade do 1.º Ano- Turma da Professora Sónia

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Esta é a casa dos pais da Rapunzel. Viviam mesmo ao lado da bruxa...




A Jéssica, diz-nos que a Rapunzel tinha uma tranças muito compridas e loiras.




A Mariana, uma verdadeira artista, representa as tranças da Rapunzel como umas escadas. Era por elas, que o príncipe subia à torre.

O CALDO DE PEDRA

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Era uma vez um padre que andava a pedir coisas para poder ajudar as pessoas pobres (andava a fazer um peditório).






… e teve fome.


Bateu à porta de uma família



que foi antipática


Aí, ele pediu para fazer um caldinho de pedra



e disseram que sim

e as pessoas ficaram curiosas

Deram-lhe o que ele foi pedindo:


uma panela


e ele pôs logo a pedra lá dentro,

couves,

água,

chouriço,

sal,


unto (gordura: azeite, manteiga…).


Ferveu tudo.


E o padre comeu satisfeito

na casa da família que não lhe queria dar de comer!


Padre esperto !!!



Turma do 2.º - 1.ª da professora Helena

A Menina que sorria a dormir...

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A menina que sorria a dormir ouvia uma história contada pela mãe, depois quando a história acabava, pedia à mãe para a contar outra vez e a mãe lia a mesma história toda a noite.

No outro dia, a mãe estava cansada para contar uma história à menina e, como viviam numa aldeia onde todos se ajudavam uns aos outros, resolveram que cada um iria contar uma história, um de cada vez, pois o pai da menina tinha ido tentar arranjar emprego noutra aldeia. Foi o tio da menina, a professora, a avó, o padeiro e a mulher do padeiro.

Todas as semanas o pai da menina mandava uma carta com histórias para contar à menina. Um dia, a menina foi ver a caixa do correio e estava lá uma caixa, ela ficou muito espantada, porque não fazia anos nem nada.

Então abriu a caixa e tinha uma carta onde o pai dizia à menina que lhe tinha enviado um fada invisível que a iria ajudar a dormir. Disse-lhe também que devia pôr a fada debaixo da almofada.

Nessa noite a menina pôs a fada invisível debaixo da almofada. De repente ouviu-se um grito, toda a gente veio ver o que tinha acontecido, então a menina disse que tinha conseguido dormir.

Rolanda 3º1ª- Turma da professora Sandra

NA TURMA DA PROFESSORA FÁTIMA...

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Novas ideias, novas formas para escrever a mesma história : "A MENINA que sorria a dormir".


A Glória não conseguia dormir.

À noite a mãe contava histórias de animais e a mãe não podia estar toda a noite acordada. Então, foi pedir ajuda às pessoas da aldeia. O tio Afonso, a avó, a prima Vera, o padeiro, o pai e a mulher do padeiro.

Só que, as pessoas começaram a ficar zangadas porque o padeiro não tinha o pão feito, quando contava a história.

João – 2.º 3.ª da Turma da professora Fátima



A mãe da Glória pensava que ela já estava a dormir. Quando se levantava para se ir embora, a Glória abria os olhos e dizia:

- Oh mãe e depois… Conta outra vez.

A mãe da Glória ficava toda a noite acordada. E, uma vez por mês, as pessoas ajudavam-na.

André - 2.º 3.ª da Turma da professora Fátima

As nossas representações...

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Os nossos pequenitos, 1.º Ano de Escolaridade, da professora Clara, representaram icónicamente a história: "CAMILA não quer emprestar os brinquedos".



Estão uns verdadeiros artistas!!!




Celestino, Beatriz e a Camila foram o encanto dos jovens artistas! Aqui, os protagonistas da história, partilham brincadeiras.



Na casa da Camila, os amigos divertem-se na construção de uma casa com os Legos...





De mãos dadas, constroem a amizade...





Brincam ao "faz de conta"...







Foi uma festa!!! Afinal... partilhar é ter AMIGOS!

UM PRESENTE...

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Hoje,recebi um presente encantador, valiosíssimo, carregadinho de ternura e de carinho dos meus queridos TRAQUINAS.

A turma do 2.º- 2ª fez um livro com a história ouvida na Biblioteca: "A menina que sorria a dormir".

Não se esqueceram de pôr o nome dos autores e ilustradores.

Reparem no geitinho...





Vou partilhar, com todos vós, o conto deles:



Era uma vez uma menina que não conseguia dormir.



A mãe, Glória, contava-lhe histórias de animais.

A avó, Gertrudes, gostava de adivinhas.





O pai, Inácio, contava histórias de viagens por cartas.



A prima Vera, gostava de histórias com perfumes e flores.






A mulher do padeiro, a Joana, gostava de histórias de animais mal cheirosos.




O padeiro contava histórias de pães.




Estavam todos cansados, mas o pai mandou um presente.




A menina recebeu uma fada de olhos fechados e, a partir daí, começou a dormir.


Turma da professora Cláudia – 2.º- 2ª