Vou continuar a procurar - 4.º Ano de Escolaridade

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Pai Natal anda cansado - 3.º Ano de Escolaridade

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Toca o Sino Pequenino - 1.º Ano de Escolaridade

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Jingle Bell - 1.º Ano de Escolaridade

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Peça de Natal do Jardim de Infância

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Festa de Natal na Escola

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A Festa de Natal, na nossa escola, teve a colaboração das AECs. Foi linda!

Festa de Natal oferecida pela Câmara Municipal de Almada

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A Câmara Municipal de Almada ofereceu uma festa de Natal a todas as crianças de Almada.

O conjunto 4 Taste e o Palhaço Companhia foram o delírio da criançada!



BOAS FESTAS...

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A Biblioteca Escolar deseja a todos os alunos, Encarregados de Educação e a toda a Comunidade Escolar:





UM SANTO E FELIZ NATAL!





Que o Pai Natal nos traga: PAZ, ALEGRIA E ESPERANÇA!











FESTA DE NATAL DA JUNTA DE FREGUESIA DO MONTE DA CAPARICA...

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A Junta de Freguesia do Monte de Caparica ofereceu, às nossas crianças, uma festa de Natal.

Foi uma peça de teatro, feita por crianças das escolas do Monte.

As nossas crianças agradecem o apoio e a ternura!



OS SAPATOS DO PAI NATAL...

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José Fanha conta-nos, neste livro, a canseira, a lufa-lufa e o desassossego que passa o Pai Natal para levar todas as prendas, a tempo e a horas, a todos os meninos na noite mágica de Natal.

Esta história foi vivida pelo autor. Foi ele o Pai Natal, durante vários anos, para dar às filhas Sara e Matilde, a alegria da visita do velhinho de barbas compridas e brancas no dia 25 de Dezembro.


Quem quiser saber como José Fanha se tornou Pai Natal e como teve um grande problema com aos sapatos, terá de ler a história até ao fim com a ajuda dos divertidos desenhos da Sandra Serra que muito ajudam a visualizar as várias trapalhadas vividas pelo Pai Natal.


Nós gostámos da história e aconselhamos a lê-la!

A Carochinha e o João Ratão

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A Carochinha contada pela mãe do Gil

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A professora Fernanda convidou os pais a virem à escola contarem uma história.

A mãe do Gil, aluno da turma 3 do 1.º Ano, aceitou o desafio e esteve na nossa escola numa sexta-feira de manhã.

A partir do tema do projecto de turma: “VIRAR UMA PÁGINA, DESCOBRIR O MUNDO”, ao qual são trabalhadas diversas histórias infantis.

A mãe do Gil escolheu a história da “DONA CAROCHINHA E O JOÃO RATÃO”.

Todos os meninos conheciam a história, mas a mãe do Gil trouxe-nos uma versão diferente. Tratava-se de uma poesia escrita por António Torrado. Foi uma história muito engraçada onde tudo rimava do princípio ao fim.

Os meninos adoraram e participaram entusiasmados.

Obrigada D. Ana Sofia!

Os alunos do 1.º Ano

Uma manhã com o escritor Heitor Lourenço

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O escritor Heitor Lourenço descobriu o Blog, da nossa escola, através de uma entrevista com jornalistas. Pediu à Vanda, que trabalha na Plátano Editora, para contactar a professora Fernanda e perguntar-lhe se a Escola estaria interessada a que ele viesse fazer-nos uma visita.

A professora Fernanda aceitou e combinou com o escritor essa visita para o dia 4 de Dezembro, porque nessa semana decorria também a Feira do Livro na Biblioteca Escolar.

Foi com grande ansiedade que esperámos por esse dia, para estar perto do escritor, que também é uma personagem da REBELDE WAY e, por isso, também podia contar-nos qualquer coisa sobre o que vai acontecer durante a novela da SIC.

O grande dia chegou e tal como tinha sido combinado para o dia 4 de Dezembro, das 11h às 12 h, estivemos na companhia do escritor Heitor Lourenço, no ginásio da escola.

Enquanto estivemos com o escritor aproveitámos para lhe fazer uma entrevista.

Heitor Lourenço ainda nos contou a história mais conhecida, por nós, do seu livro: “O pincel mágico”.

Ficámos ainda a saber que o escritor quando escreveu o livro: “Histórias da dona Esperança”, fê-lo a pensar nos seus sobrinhos.

Ao lermos as suas histórias, reparámos que o escritor falava muito da dona Esperança.

Uns meninos diziam que ela era uma personagem, outros que era um sentimento e outros diziam que era a esperança das pessoas pela vida. A professora também nunca nos disse, ao certo, quem era a dona Esperança mas disse-nos para imaginarmos quem poderia ser e aproveitarmos a presença do autor para lhe perguntar.

O escritor confirmou a opinião de alguns meninos, a dona Esperança não era nenhuma personagem, mas sim um sentimento, o sentimento de ter esperança, de ter uma vida melhor.

Antes de se ir embora, deu autógrafos aos meninos.

Gostámos de conhecer o Heitor Lourenço.

Diogo – Turma da professora Sara


Uma manhã com Heitor Lourenço

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A nossa Feira do Livro...

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